sábado, 30 de abril de 2011

A história do Mel + receita

Amados(as) que nos acompanham, no final do ano passado contei-lhes a história do Pão de Tom, e fiquei devendo para o Mel a sua história. Entre tantas coisas que vão ocupando os nossos dias, chegou o dia de deixar aqui esse relato! Espero que viagem nesse mundo de imaginação, mas com um fundo da realidade felina. Carinhos, sempre, Toca dos Gatos ^.^

Era uma vez...
Um lindo gatinho dourado deitado sobre as nuvens de algodão, na terra onde brota o leite e o mel, quando de repente uma voz celestial o despertou de seu sono de beleza!
- Mel, chegou sua hora de ir ao planeta! Se arrume, você irá para a Toca dos Gatos, onde será muito feliz!
Pronto, o gatinho dourado se aprumou todo e ficou no aguardo da sua descida aqui no planeta.
Mas algo muito errado se sucedeu. O GPS falhou, ou alguém lá em cima não sabia mexer nos equipamentos e o enviou para lugares horríveis. Foi massacrado, foi chutado, passou muita fome, frio e a angústia dos maus-tratos.
Deveríam ser os ursos da jornada, querendo-lhe devorar, pois ele era um potinho de Mel, e essa doçura atrai certos algozes.
Mas manteve sempre na memória essas palavras celestes: "Você irá para a Toca dos Gatos!", essa frase não saía de sua mente.
E assim se passaram muitos anos de sofrimento - aproximadamente 5 anos, segundo consta a avaliação médica, até que um dia ele chegou no quarteirão da Toca dos Gatos. Foi chutado por uma "dona" - como foi depois relatado aos nossos ouvidos, e sendo escurraçado daqui e delá. Virou a quadra e se escondeu no que imaginava ser a Toca, mas não era. As pessoas de lá o desprezaram, o atacaram com vassouradas. Ele estava tão fraco, tão debilitado, que gritava. Então, chegou o momento em que pôde ver os olhos de sua mamys pela primeira vez. Ela olhou para o quintal vizinho e seus olhos se cruzaram em um olhar enternecedor, de um apelo por socorro.
A partir desse dia, mamys o servia de ração no quintal dessa casa, imaginando ser o potinho de Mel pertencente a eles, e ele sofregamente absorvia o sabor desse alimento.
A vizinha muito cruel gritara com mamys que estava cuidando do potinho pela brecha do portão.
Até que um dia, cansado de tanto sofrimento, Mel ouviu a voz da mamys e pulou de um muro de mais de 3 metros de altura, no quintal da Toca dos Gatos, e pôs-se a correr de uma peluda que o queria estraçalhar. Vindo a saber alguns dias depois que o nome dela era Lara!
Mamays correu para o quintal, o pegou e o trouxe para dentro da Toca. Daí o potinho veio a constar que haviam mais outros meninos peludos como ele nesse lar. Ficou por um mês afastado deles, olhando-se pelas telas, para proteção de todos.
É gente, essa é a minha história, pelo menos o que posso lhes contar dela...
Isso ocorreu em um sábado, há 4 anos atrás. Na segunda feira fui conhecer o tio Dudu, que cuidou de mim, pois estava muito fraco, com sarna de ouvido, intestino totalmente doente, havia um carrapato me comendo pela bochecha e minha dentição havia se perdido em 99%.
Mas enfim, pude conhecer o amor e o amparo da Toca dos Gatos. Aquela voz celeste se calou, porque agora eu ouço a voz de meu anjo protetor e meus olhos a perseguem em todos os movimentos da casa.
Ganhei família, ganhei irmãos, tenho comida e água limpa, amparo médico e todo o amor e carinho que havia sonhado ter um dia.
Essa é a minha história, a história de um menino Mel!
Minha história atravessou os limites do inimaginável, e os culinaristas me homenagearam com delícias mil, inclusive o PÃO DE MEL!
Depois que soube de tantas homenagens rendidas a mim, minha mãe diz que eu fiquei um menino muito "ABUZANTE", o que eu logo lhe retruco:
- "Eu sou é LAMBUZANTE!", he, he....


PÃO DE MEL



Ingredientes:
cobertura
700 g de chocolate meio amargo ao leite

1/2 xícara (chá) de leite morno
1/2 xícara (chá) de açúcar
3 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de mel
1 cálice de conhaque
1/2 xícara (chá) de cerveja
1 pitada de noz-moscada ralada
1 colher (sobremesa) de bicarbonato de sódio
1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de gengibre em pó
50 g de manteiga sem sal
1 colher (chá) de cravos-da-índia em pó

Modo de Preparo:
Bata na batedeira a manteiga, o mel, o açúcar e o açúcar mascavo. Adicione as especiarias, o bicarbonato de sódio dissolvido no leite, o conhaque, a cerveja e metade da farinha; bata rapidamente. Adicione o restante da farinha e mexa. Despeje a massa em fôrmas individuais untadas e polvilhadas com farinha de trigo e leve à geladeira por 2 horas. Em seguida, leve ao forno médio, preaquecido, por cerca de 20-25 minutos. Retire do forno e reserve. Cobertura: coloque o chocolate em uma panela e leve ao fogo, em banho-maria, mexendo até derreter. Retire e deixe esfriar.
Em seguida, banhe os pães de mel. Decore com cerejas e frutas secas ou apenas polvilhe com açúcar de confeiteiro. Se preferir, derreta o chocolate no microondas. Coloque o chocolate em um recipiente de vidro totalmente seco e leve ao forno por 40 segundos. Retire, mexa e volte ao forno por mais 20 segundos. Retire e deixe esfriar.

Fonte: Revista Água na Boca

quinta-feira, 28 de abril de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

Feliz Domingo de Páscoa

Passando aqui hoje para lhes desejar um lindo Domingo de Páscoa!
Sempre, Toca dos Gatos ^.^





Coelhinho da Páscoa

Celso Gabriel de Toledo e Silva


Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim?

Eu trago em meus achados e perdidos

O sorriso puro da criança,

O gesto caloroso do amigo sincero,

A clareza dos sentimentos entre as pessoas;



Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim?

Eu trago em meus achados e perdidos

A solidariedade presente em cada coração,

O respeito pela vida reverenciado em cada ser,

O carinho das mães pelos filhos;



Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim?

Eu trago em meus achados e perdidos

As orações diárias de milhões de pessoas,

O desejo de harmonia, compreensão e paz,

O prazer para que o dia seguinte seja muito melhor;



Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim?

Eu trago em meus achados e perdidos

O ovo de chocolate simbolizando a fartura,

A compreensão entre os povos,

As palavras de Fé em Deus;



Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim?

Eu trago em meus achados e perdidos

Um minuto de silêncio com um pedido,

Que as pessoas se encontrem no amor e na Fé,

Que se respeitem não só na PÁSCOA, mas a cada dia!

Por favor, cliquem sobre a imagem abaixo e aguardem carregar!

sábado, 23 de abril de 2011

Agradecimentos + A Prece do Pão

Antes de deixarmos a nossa mensagem reflexiva pela data de hoje, viemos todos agradecer o carinho daquelas(es) que tiraram um tempinho para nos parabenizar pelo aniversário do blog.


Hoje ao chegarmos aqui nos encantamos com tantas palavras de estímulo e carinho, e resolvemos na hora fazer esse video para deixar para vocês. É de coração.


Amanhã, se Deus quiser, viremos para deixar nosso abraço pela data da Páscoa!


Sempre, Toca dos Gatos ^.^



video




Prece do Pão

Senhor!

Entre aqueles que te pedem proteção, estou eu também, servo humilde a quem mandaste extinguir o flagelo da fome.

Partilhando o movimento daqueles que te servem, fiz hoje igualmente o meu giro.

Vi-me frequentemente detido, em lares faustosos, cooperando nas alegrias da mesa farta, mas vi pobres mulheres que me estendiam, debalde, as mãos!...

Vi crianças esquálidas que me olhavam ansiosas, como se estivessem fitando um tesouro perdido.

Encontrei homens tristes, transpirando amor, que me contemplavam, agoniados, rogando, em silêncio, para que lhes socorresse os filhinhos largados ao extremo infortúnio...

Escutei doentes que não precisavam tanto de remédio, mas de mim, para que pudessem atender ao estômago torturado!...

Vi a penúria cansada de pranto e reparei, em muitos corações desvalidos, mudo desespero por minha causa.

Entretanto, Senhor, quase sempre estou encarcerado por aquelas mesmas criaturas que te dizem honrar.

Falam em teu nome, confortadas e distraídas na moldura do supérfluo, esquecendo que caminhaste, no mundo, sem reter uma pedra em que repousar a cabeça.

Elogiam-te a bondade e exaltam-te a glória, sem perceberem, junto delas, seus próprios irmãos fatigados e desnutridos. E, muitas vezes, depois de formosas dissertações em torno de teus ensinos, aprisionam-me em gavetas e armários, quando não me trancam sob a tela colorida de vitrinas custosas ou no recinto escuro dos armazéns.

Ensina-lhes, Senhor, nas lições da caridade, a dividir-me por amor, para que eu não seja motivo à delinquência.

E, se possível, multiplica-me, por misericórdia, outra vez, a fim de que eu possa aliviar todos os famintos da Terra, porque, um dia, Senhor, quando ensinavas o homem a orar, incluíste-me entre as necessidades mais justas da vida, suplicando também a Deus:

"O pão nosso de cada dia dai-nos hoje".



Meimei, em "O Espírito da Verdade", Chico Xavier

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Hoje, 4 anos de blog

É amadas(os), parece-me que foi ontem... mas 4 anos já se passaram aqui no blog.
Fomos envoltos em risos, lágrimas, reflexões, carinhos... muita arte e comida boa à mesa.
E assim vamos deixando nossas marcas, nossas pegadas pelo planeta.
Beijos, fiquem bem, que sua Sexta-Feira Santa seja de silêncio e paz.
Voltaremos no Sábado de Aleluia!
Carinhos, Toca dos Gatos ^.^








A Flor do Maracujá
Catullo da Paixão Cearense

Encontrando-me com um sertanejo,
Perto de um pé de maracujá,
Eu lhe perguntei:
Diga-me caro sertanejo,
Porque razão nasce branca e roxa,
A flor do maracujá?

Ah, pois então eu lhi conto,
A estória que ouvi contá,
A razão pro que nasci branca i roxa,
A frô do maracujá.
Maracujá já foi branco,
Eu posso inté lhe ajurá,
Mais branco qui caridadi,
Mais brando do que o luá.

Quando a frô brotava nele,
Lá pros cunfim do sertão,
Maracujá parecia,
Um ninho de argodão.
Mais um dia, há muito tempo,
Num meis que inté num mi alembro,
Si foi maio, si foi junho,
Si foi janeiro ou dezembro.

Nosso sinhô Jesus Cristo,
Foi condenado a morrê,
Numa cruis crucificado,
Longe daqui como o quê,
Pregaro cristo a martelo,
E ao vê tamanha crueza,
A natureza inteirinha,
Pois-se a chorá di tristeza.

Chorava us campu,
As foia, as ribeira,
Sabiá tamém chorava,
Nos gaio a laranjera,
E havia junto da cruis,
Um pé de maracujá,
Carregadinho de frô,
Aos pé de nosso sinhô.

I o sangue de Jesus Cristo,
Sangui pisado de dô,
Nus pé du maracujá,
Tingia todas as frô,
Eis aqui seu moço,
A estória que eu vi contá,
A razão proque nasce branca i roxa,
A frô do maracujá



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bolas de Rum

Também conhecido como Brigadeiro de Bolo.
Gente, na minha infância, era muito comum vermos esses brigadeirões de bolo em padarias. Depois, com o passar do tempo, foi-se ficando raro encontrá-los.
Dias desses me deu uma vontaaaaade de comer essa gostosura e fui atrás da receita.
Fiz e aaaammmeeeeiiiii.
Então hoje deixo essa dica para vocês fazerem e ofertarem como sobremesa, ou acompanhando o café, ou substituindo os ovos para quem não liga para esses detalhes.
Outra dica que vou colocar aqui é colocar dentro uma cereja em calda. Infelizmente no dia em que fiz não as tinha em casa, mas em uma próxima vez eu colocarei, porque tem tudo a ver, o sabor combinará perfeitamente.

Mas vamos à receita em si:


Faça um bolo de chocolate comum, da receita de sua preferência. Aqui eu fiz uma receita de caixinha, dá uma forma pequena, retangular nº 1.
Depois de assado e frio, Esfarele ele inteirinho com a ajuda das mãos em uma tigela.
Regue com 1/2 cálice (50 ml) de rum.
Acrescente 1 xícara de cacau em pó.
Misture com um garfo e depois acrescente 300 gr de doce de leite.
Vá misturando e logo se formará uma bola.
Leve a gelar e depois forme as bolotas. Nesta hora pode rechear com as cerejas em calda.
Passe-as em chocolate granulado e curta essa explosão de sabores.
Ah, a partir do dia seguinte é que o sabor fica ainda melhor. Sumiu o álcool do rum, o sabor fica apurado, e a massa mais compacta e saborosa para se consumir.
Espero que tenham gostado da sugestão e uma Feliz Páscoa!



terça-feira, 19 de abril de 2011

Indo por aí - final

Muito bem, hoje voltamos, como combinado, para continuarmos nosso passeio pela cidade de Poços de Caldas.
Queremos deixar muuuuuitos beijinhos para todas as que se propuseram a caminhar conosco, que deixaram seus comentários e seus desabafos.
Então, vamos lá... lembrem de clicar sobre as fotos, para visualizarem bem!

Dia desses vimos esta capivara aqui muito perto de casa. Elas moram nas proximidades da Represa Bortolan, mas cada vez mais temos visto elas cruzando a cidade, atrás de alimento, atrás de aventuras. Semana passada no telejornal, reclamavam que "elas" estavam invadindo as plantações de milho na represa. Entenderam gente? São "elas" que estão invadindo. Não são os humanos que passaram a plantar no território destinado a elas. Meu medo é que em breve abram a temporada de matança a esses pequenos, assim como tem acontecido em outras cidades da região.

Ahhhh!! Esse foi um Domingo perfeito, manhã nublada, fresca, de uma brisa convidativa a uma boa caminhada. Notem que as nuvens ainda nem haviam subido! Um dia perfeito!!

E me surpreendi com um ato de bondade, ou bom senso.

Podaram algumas árvores na Av. Mansur Frayha, e para meu espanto, respeitaram as casinhas de João de Barro que haviam nos galhos.

De tanta maldade e crueldade a qual temos contato no dia-a-dia, merece um elogio a esse ato de respeito a natureza. Parabéns!




Falo isso porque sempre que caminho, vou jogando sementes. São de pitanga, às vezes de mamona! Sim, mamona! Produzem sombra, são fáceis de pegar e resistentes! Um dia desses, avisei ao jardineiro que passava a máquina na grama da Av João Pinheiro que não cortasse um pezinho que estava nascendo, o qual eu havia semeado. Fui para o centro, e quando voltei, o infeliz havia passado por cima dela e cortado. Desaforento! Jardineiro sem sentimento, sem amor e respeito ao que faz. Mas.... tudo bem.... na Mansur Frayha há vááááááááários pezinhos que estão a coisa mais rica do mundo. Vou lhes mostrar em outra oportunidade. Não escrevi livros, não tive filhos, mas plantei árvores pelo caminho! Eu deixei minha marca no planeta!


Tá... vamos voltar ao passeio!


Trouxeram sua cestinha de pique-nique? Então vamos adentrar agora no Bosque do Bairro Santa Rita, entrando pela Rua Humberto de Campos.

Havistamos muuuuitas árvores frutíferas, tem café, tem xuxu, tem couve, tem mandioca, tem pé-de-cana! É uma delícia parar pra ver!

Aqui abaixo um pé de banana! Você pode achar isso tão comum, tão chulo... um pé de banana!!?

Sim, pelo jeito em que as coisas caminham em nome do progresso, em pouco tempo ninguém mais verá um pé de banana.

Quando eu vim morar em Poços, o comum éramos ver muitos pés de carqueja. Não havia fígado com problema. Comeu? Abusou? Era só atravessar uma rua e buscar uns galhinhos, colocar na água e amenizar o mau-estar? E eu te pergunto: - Para onde foram os pés de carqueja? Você atravessa essa cidade de ponta a ponta e não vê um para contar a história!

Onde estão os pés de Ipê? Derrubaram tuuuuudo para construir o Jardim Ipê, que de ipê só sobrou o nome. Nem ipê na calçada tem. Verdadeiros crimes em nome do progresso!

Mas me perdoem o desabafo, vocês vieram aqui para passear, não para ouvir o meu blá-blá-blá wiskas sachê!

Outra coisa para guardarem bem na memória é o que vou lhes mostrar agora!

Isso se chama PAINA. Sim, paina.

Antigamente, as senhorinhas iam aos matos buscar paina para fazerem os travesseiros. São muuuuuuuito fofinhos, como algodão!

Aqui, nesta foto abaixo, foi tirada a cerca de 3 semanas atrás.

Os frutos ainda estão bem verdes, vejam ainda flores no pé.



Voltei lá Domingo último, já na esperança de que estivessem mais abertos para lhes mostrar. Mas consegui apenas um fruto que já abriu e veio ao chão. Do restante, creio que para maio conseguirei de fato lhes mostrar melhor. O chão de entrada do bosque fica branquinho, com a paina esparramada no chão. Vejam...


E enquanto víamos o sol se pôr, alguém cantava para nós. Era um lindo sabiá, sobre uma árvore que secara. Ficou orgulhoso porque prestamos atenção ao seu canto e fez pose para nós.

E para finalizar nosso passeio de hoje, mais um pé de abacate, no Bosque do Bairro Santa Rita, carregadérrimo. Gente, fiquei com tanta vontade de comer abacate, que desci o bosque e fui para o Bretas (supermercado), comprei um e degustei em casa com a boca boa, he, he...

Eu não gosto de me servir do que vejo na rua, em respeito a natureza, vejo e deixo lá!

Bom amadas(os), espero que tenham apreciado passear um pouco conosco. Há ainda muito o que se ver, e aos poucos irei fotografando e compartilhando com quem separar um tempinho para caminhar com a gente.

Amanhã eu volto mas com uma guloseima para a Páscoa.

Beijos, tenham um lindo dia, Toca dos Gatos ^.^